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Cannes Lions

21 A 25 DE JUNHO DE 2021

Ranking histórico de agências ganha nova configuração

Após bons desempenhos no Cannes Lions 2021, VMLY&R, Africa e AKQA ganham posições

Alexandre Zaghi Lemos
6 de julho de 2021 - 10h24

Embora em 2021 o Brasil tenha somado o menor número de prêmios no Cannes Lions desde 2012 (em 2011 foram 65; e o recorde são os 116 de 2014), a diminuição de 85 Leões, em 2019, para 67, em 2021, configura um resultado mais expressivo, especialmente pela conquista de 3 Grand Prix, algo inédito na participação do País no festival, e pelo aumento na quantidade de Ouros, de 7 para 13. Neste ano, as agências brasileiras ganharam ainda 17 Pratas e 34 Bronzes.

As conquistas pela Africa do Grand Prix de Entertainment for Sport, com o case escolhido “Salla 2023”, para House of Lapland, que foi a campanha criada no Brasil mais premiada do festival, e pela VMLY&R do Grand Prix de Glass, com “Eu Sou”, para Starbucks — ambos prêmios inéditos para a publicidade nacional —, impulsionaram as duas agências no ranking das brasileiras mais premiadas na história do Festival de Cannes.

Consolidado por Meio & Mensagem e atualizado a toda edição, a lista mostra agora a VMLY&R em 4ª lugar, carregando os Leões conquistados pela Y&R (que estava em 6º na atualização anterior), e a Africa subindo da 9ª para a 5ª colocação. Já a AKQA, após somar 3 Ouros, 5 Pratas e 4 Bronzes na edição 2021, saltou da 17ª para a 12ª colocação.

Entretanto, as três líderes do ranking mantêm suas posições inalteradas e são as únicas que têm mais de 100 Leões nas estantes: a AlmapBBDO soma 251 troféus em 49 anos. A Ogilvy conquistou 153 Leões desde 1981; e a DM9DDB ganhou 134 prêmios desde 1993, o que inclui 25 festivais — a icônica marca da publicidade brasileira deixou de existir em 2019, após incorporação pela SunsetDDB.

Outras quatro agências listadas entre as 20 primeiras do ranking também já não atuam mais: F/Nazca S&S, Loducca, W/Brasil e MPM. A AgênciaClick mudou sua marca para Isobar em 2014, mas a empresa não conquistou Leões desde então.

O ranking histórico não considera o total de Leões, mas atribui a cada um deles o peso oficial usado pelo festival — afinal, ganhar um Grand Prix é mais importante que receber um Leão de Bronze. São considerados os pesos oficiais do Cannes Lions, de 35 pontos para Grand Prix de Titanium e de Creative Effectiveness, 30 pontos para os demais Grand Prix e para os Titanium Lions, 15 pontos por Leão de Ouro, 7 pontos por Leão de Prata e 3 pontos por Leão de Bronze.

* Obedecendo os pesos oficiais atuais do Cannes Lions: 30 pontos para cada Grand Prix (35 para o Grand Prix de Titanium), 15 para cada Ouro, 7 para cada Prata e 3 para cada Bronze. Creative Effectiveness Lions e Innovation Lions foram incluídos na lista dos Ouros. Para a Ogilvy foram considerados os prêmios ganhos pela Standard Ogilvy & Mather e também os conquistados como Ogilvy Interactive e OgilvyOne. Nos prêmios da DM9DDB não estão incluídos os três Leões conquistados entre 1983 e 1985 pela DM9, quando a agência era comandada por Duda Mendonça, antes da venda para Nizan Guanaes e Guga Valente, e nem os atribuídos à DM9Rio e à DM9Sul. No cômputo da VMLY&R, estão considerados os prêmios conquistados até 2019 pela Y&R, menos os dois Leões de 1997 da Fischer Justus Y&R – computados para a Fischer. Para a FCB Brasil, foram somados prêmios da época em que a agência usava a marca Giovanni. Para a Wunderman Thompson, foram considerados os prêmios conquistados anteriormente pela J. Walter Thompson e pela Wunderman. No cômputo da Leo Burnett Tailor Made, estão incluídos as conquistas da multinacional antes da mudança de nome, em 2011. No caso da Grey, não entraram na conta os dois Bronzes de 2007 e 2009 da Matos Grey e da G2. Para a Publicis, foram computados os Leões da Publicis Salles Norton, após a fusão de 2003. Na conta da W/Brasil, estão considerados os prêmios da W/GGK. Nas conquistas da MPM Casablanca, não está incluído o Leão ganho em 1992, após a venda para a Lintas, nem os dois conquistados pela MPM do Grupo ABC em 2006 e 2007.

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