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Cannes Lions

17 A 21 DE JUNHO DE 2019 | CANNES - FRANÇA


19 de junho de 2018 - 10h52

(Peço desculpas antecipadas pelas muitas analogias com futebol, mas em ano de Copa é praticamente inevitável…)

Depois da fase eliminatória – onde, jogando em casa, já demos notas para os 191 trabalhos inscritos em Innovation –, hoje assistimos às primeiras 8 das 21 peças selecionadas para o shortlist – cujos criadores são convocados pra virem até Cannes apresentá-las pessoalmente ao júri.

Cada time finalista pode escalar até 2 pessoas que têm, no máximo, 10 minutos pra fazerem sua apresentação – e quando o tempo acaba, são interrompidos pela organização mesmo se ainda não tiverem chegado ao final. Afinal, a regra é clara.

Depois disso, os jurados ainda têm mais 10 minutos de acréscimo pra fazerem perguntas e considerações – e assim como na Copa, é nesse tempo extra que muita gente tá ganhando o jogo. E, pra mim, até agora, essa tem sido a melhor parte de todas – pois como o nível dos jurados é altíssimo, os debates antes, durante e após as apresentações valem mais do que qualquer MBA.

Pra você ter uma idéia, além do presidente do júri ser o renomado Tor Myhren, da Apple, um dos jurados é um sueco que ano passado ganhou – nada mais, nada menos – do que 2 Grand Prix com duas peças diferentes (uma em Cyber e outra na própria categoria de Innovation). Ou seja, estou praticamente jogando ao lado do LeBron James e do Ibrahimović da inovação.

Depois da preleção do Tor, tabelamos com os 10 jurados e aí, finalmente, distribuímos as notas de 1 a 9 segundo o critério abaixo:

1 a 3: Shortlist
4 a 6: Probably a winner
7 a 9: Definitely a winner

Tudo computado em um tablet que, agora, possui um algoritmo próprio que identifica (e alerta imediatamente o presidente do juri) sobre qualquer nota suspeita que fuja dos padrões dos demais jurados.

É, meu amigo. Não tem mais bobo no futebol…

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