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Análise: mais marcas brigando por causas em Outdoor

Eduardo Marques, CCO da Publicis Espanha, avalia categoria que consagrou ideias com propósito


18 de junho de 2019 - 11h57

Eduardo Marques, CCO da Publicis Espanha

Eduardo Marques (Crédito: divulgação)

O GP de Outdoor já chegou decidido, praticamente. Não foi uma grande surpresa Nike “Dream Crazy” levar a máxima premiação. O que realmente me surpreendeu foi a quantidade de marcas lutando por uma causa. Os “Brand Acts” estão sendo a grande maioria do festival.

Se há dois anos falavam que tínhamos que voltar a fazer publicidade que vende, e dar uma segurada em trabalho para ONG, hoje a realidade é outra: sua marca deve defender algum tema ou tomar algum lado.

O caso Nike é um dos maiores exemplos disso, orgulhosamente. E não só Nike. Veja ANZ Bank e “Hidden Flag” do El Diario lutando pela diversidade, “Souvenirs de Paris” colocando o Pampidou na lista dos pontos turísticos mais visitados, “Koshogo” da Russia, protegendo meninas de serem raptadas para casamento forçado, Columbia Journalism levantando a bandeira contra Fake News, entre outros.

Bacana ver como a publicidade pode ir além e tomar partido para belas causas, fortalecendo a imagem da marca. Afinal, antes de criar um comprador, publicidade tem que criar um fã. Alguém que ame a marca por sua identidade, expressão, ideal e visão. Quanto mais humana, mais querida. Quanto mais querida, mais escolhida na decisão de compra. Se a gente pode ter ideias criativas para nossas marcas, por que não ter ideias para melhorar a sociedade? Se isso ao final vende, é por aí que a publicidade vai continuar seguindo.

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