Uma das frases mais inspiradores e simples que levo comigo é do Will Smith: “seed ideas to improve lives”

Saio deste festival mais do que convencida de que na era da informação líquida, a comunicação ganhou uma importância e uma responsabilidade que não cabem nas disciplinas vigentes.

Fazendo um contrapeso com as evoluções tecnológicas, em especial nos campos da inteligência artificial e realidade virtual, a tendência é pela humanização das marcas. E delas se espera mais do que boas intenções. A expectativa é por marcas e pessoas que realizem, que consigam ir além do storytelling e partam para o storydoing, mas com propósito e significado incorporados, para fazer a diferença. Fazer agora. E nesse cenário o medo de se posicionar não é tolerado. Protagonismo e legado são as palavras de ordem. Há uma urgência no ar.

Isso explica a envergadura que a categoria Glass ganhou: the Lion for change. Isso explica a palestra da Madonna Badger ter sido a mais ovacionada de todas. E em última instancia, isso também explica a Almap ter devolvido seus Leões por Aspirina. Atitude em tempo real, sem chance para titubear.

Mas e a criatividade, que dá sobrenome ao festival? Ela tem um papel fundamental nesse processo e é um dos principais ativos da comunicação mobilizadora. Afinal: “A vida vista só com os olhos seria enlouquecedora de tão chata, é a imaginação que viabiliza o viver” – Alejandro González Iñárritu.

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